quarta-feira, 30 de maio de 2012
Máquina do Tempo
Lendo um artigo num site que frequento e do qual retiro e posto em outros sites meus quando acho que vale a pena ser lido por todos, o titulo, Máquina do Tempo, chama-me atenção à exatamente 04hs e 34min é abordado neste tema a exatidão de fatos pelo qual seria impossível a viagem do ser humano no tempo, seja passado ou futuro, sitando até mesmo a teoria de Albert Einstein sobre a impossibilidade de uma massa densa se locomover na velocidade da luz a um espaço tempo, passando por um tunil mudando e traformando particulas dessa massa a pesos maiores, como própria Teoria da Relatividade, quando um corpo sofre mutação ele ganha massa densa e para que fosse possivel essa transmutação física, o que segundo ele seria impossível, e este indivíduo tornaria-se mais jovem podendo mudar e interferir na história sendo ele parte integrante da mesma e quando retornasse teria isso como sua própria.
Bom, a essa hora da madrugada sem sono e com uma vontade enorme de escrever sobre assunto, fato que acontece comigo, quando acordo com essa vontade de escrever e retornando passado cientifico da nossa história, como este, Sigmund Freud tema também abordado por mim numa madrugadinha destas da minha vida.
Pensando sobre assunto faço uma viagem ao meu passado/tempo relembrando de fatos da minha infância quando aos quatro anos de idade, morando com meus pais e avós na Colonia da Antiga Companhia Paulista recordo-me exatamente 31 de Março de 1964, Revolução de 1964, vejo meu âvô materno vindo com quepe de Maquinista na mão ao lado de outros amigos dizendo que estava tudo parado por conta disso não iria conduzir o trem até Capital São Paulo, imagem gravada na mente, minha viagem ao tempo. Passando pela minha infância quando na época de escola passava pela Farinheira da rua 6 e dono dela seu "'Ladeira'' permitia que entrassemos para pegar torrão de farinha, qua delicia! Esperavamos com ansiedade final da aula.
Minha adolescência quando esperava pelo Baile do mes, o famoso Baile de Debutantes, encontro de amigas em traje de gala, longo social esperar pela valsa com pais, apresentando essa adolescente de 15 anos a sociedade Itirapinense, os namoros e flertes da época, jardins e parques, numa época onde eramos vigiados e tudo muito comedido, para que mocinha não ficasse mal falada na sociedade.
Depois fato da vida pessoal passando pelo namoro, casamento, filhos netos e acontecimentos bons ou ruins até presente data.
Assim faço nessa madrugadinha viagem ao meu tempo/passado sem máquina, mas na memória de fatos ocorrido na minha vida, como acontece com todos nós nesse mundo, caminhamos pelos anos e contruímos uma trajetória num espaço de tempo entre a vida e quiças o nossa morte, onte o quando nunca sabemos, somente o momento em que ela bate a nossa porta, e diz sua passagem do tempo é agora!
O nosso mundo caminha para futuro e o que antes e o agora é impossivel derrepente o novos cientistas da época contradizem Einstein e criem verdadeiramente uma Máquina do Tempo e Teoria da Relatividade, mude fluidificamente as particulas densa e a transmutação seja possível, Não é?
Cláudia Aparecida Franco de Oliveira
Itirapina, 18 de Maio de 2012
SP/05Hs e 23Min
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Lúdica lembrança
Noites enamorados
Amados, amantes, meu amado.
Pálida e turva lembrança
Cama vazia...
Noites fria
Sonhos desfeitos
Amarga dor no peito
Desfalesce visivelmente coração e alma
Declara a vida o confinamento
Do amor deixado no tempo
Sem nexo o convexo ser
Aguardo o nada de você aqui
Cláudia Aparecida Franco de Oliveira
Itirapina, 10 de Janeiro de 2012
São Paulo
domingo, 26 de junho de 2011

Procuro você
Entre meus dedos, mãos que senti!
Em caminhos do passado
Com horas incertas
O tempo desordenado
Mostra-me momentos perdidos
Sonhos que não sonhei
Os mesmos que desejei
As manias que não assisti
Quero regressar ao passado
E sentir aquele encontro marcado
Olhar teus olhos,amar você!
Em busca de tudo que sempre quiz
Procuro você!
Cláudia Aparecida Franco de Oliveira
26 de junho de 2011
São Paulo
Entre meus dedos, mãos que senti!
Em caminhos do passado
Com horas incertas
O tempo desordenado
Mostra-me momentos perdidos
Sonhos que não sonhei
Os mesmos que desejei
As manias que não assisti
Quero regressar ao passado
E sentir aquele encontro marcado
Olhar teus olhos,amar você!
Em busca de tudo que sempre quiz
Procuro você!
Cláudia Aparecida Franco de Oliveira
26 de junho de 2011
São Paulo
domingo, 28 de novembro de 2010
Ontem, hoje, amanhã!

Ontem esperei o momento
Ontem superei o meu medo
Ontem eu fui embora
Ontem eu resisti
Hoje eu poderia dizer que te amo.
Hoje eu poderia dizer que tenho saudades
Hoje eu podira falar de planos
Hoje eu saberia a verdade
Amanhã poderia ser melhor
Amanhã poderia ter motivos
Amanhã traria atitudes.
Amanhã não seria tarde
Ontem eu chorei!
Hoje eu senti!
Amanhã eu não sei!
Cláudia Franco de Oliveira
Recreio dos Bandeirantes
Rio de Janeiro
28 de novembro de 2010
domingo, 21 de novembro de 2010
terça-feira, 19 de outubro de 2010
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)

